Não. Por tratar-se de um distúrbio neurobiológico, o TDAH não desaparece com a idade. O que pode acontecer é uma modificação dos sintomas, dependendo da evolução da criança, tanto na parte física como psicológica, afetiva, pedagógica e social. Por exemplo, a hiperatividade, tão explícita na criança, aparece no adulto como forma de inquietação interna, um desejo constante de mudanças ou de estímulos cada vez maiores. O desejo de mudanças pode fazer com que mude freqüentemente de emprego, assim com a busca de estímulos fortes pode levá-lo à prática de esportes radicais. A pessoa com TDAH precisa aprender a conviver com o TDAH, fazendo as acomodações necessárias ao longo da vida. Por isso a grande importância de um diagnóstico correto precoce, que possibilite à criança ter um atendimento adequado o mais cedo possível.
- Ensinar que os direitos são iguais para todos;
- Ensinar que existem OUTRAS pessoas no mundo;
- Dizer sim sempre que possível e não sempre que necessário;
- só dizer não aos filhos quando houver uma razão concreta;
- mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem;
- ensinar a tolerar pequanas frustrações no presente, para que no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade ( a criança que hoje aprendeu a esperar a sua vez de ser servida à mesa, amanhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila de um banco)
- Saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é um desejo;
- Ensinar que cada direito corresponde a um dever, principalmente...
Para possibilitar o surgimento de um ser humano maravilhoso,é necessário que os pais tenham certeza de uma coisa: dar limites é importante. É fundamental acreditar que dar limites ao filho é a iniciação do processo de compreensão e apreensão do outro. Ninguém pode respeitar seus semelhantes se não aprender quais são os limites, e isso inclui compreender que nem sempre se pode fazer tudo o que deseja na vida.
Essa diferença pode parecer sutil, mas é fundamental. Entre satisfazer o próprio desejo e pensar no direito do outro, muitos tendem a preferir satisfazer o próprio desejo, ainda que, por muitas vezes, prejudique alguém. Porque afinal, nem sempre o que se deseja é útil e correto socialmente.
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