Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é responsável pela enorme frustração que pais e seus filhos portadores desse distúrbio experimentam a cada dia. Crianças, adolescentes e adultos hoje diagnosticados com TDAH são freqüentemente rotulados de "problemáticos", "desmotivados", "avoados", "malcriados", "indisciplinados", "irresponsáveis" ou, até mesmo, "pouco inteligentes". A maioria daquilo que lemos ou ouvimos sobre o assunto tem uma conotação negativa.
Os sintomas devem ser constantes, com duração mínima de 6 meses e não estarem limitados a uma situação apenas. Também é necessário que eles realmente tragam prejuízo para a vida do portador.
1. TDAH - tipo desatento - a pessoa apresenta, pelo menos, seis das seguintes características:
2. TDAH - tipo hiperativo/impulsivo - é definido se a pessoa apresenta seis das seguintes características:
3. TDAH - tipo combinado - é caracterizado pela pessoa que apresenta os dois conjuntos de critérios dos tipos desatento e hiperativo/impulsivo.
4. TDAH - tipo não específico; a pessoa apresenta algumas características mas número insuficiente de sintomas para chegar a um diagnóstico completo. Esses sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária.
A masturbação é a estimulação dos próprios genitais para obter prazer ou satisfação. A masturbação é diferente da inspeção normal dos genitais observada continuamente nas crianças de 2 anos de idade enquanto tomam banho.
Durante a masturbação, uma criança na idade pré escolar ou o adolescente, geralmente, fica absorta e distante. Uma criança em idade pré escolar pode já masturbar-se. Até um terço das crianças nesta faixa etária descobrem a masturbação enquanto exploram seus corpos.
Aos 5 ou 6 anos de idade, as crianças masturbam-se apenas quando estão sozinhos. Na puberdade, a masturbação torna-se quase universal, em resposta aos aumentos bruscos, e normais, dos hormônios e do impulso sexual.
Algumas crianças masturbam-se com freqüência porque estão insatisfeitos por algum motivo, como um castigo ou pressão para que parem de se masturbar, mas não é porque tem coceira ou dor local. A masturbação não tem causas físicas.
Segundo Piaget, o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico. Ela precisa brincar para crescer, precisa do jogo como forma de equilibração com o mundo.
É sabido que os programas de televisão, assim como os jogos eletrônicos, videogames ou jogos de computadores, podem exercer alguma influência sobre o comportamento apresentado pelas crianças.
“Em um estudo recente publicado nos EUA surgiu uma estatística inquietante: dos oito casos mais recentes de jovens que assassinaram colegas e professores em escolas dos EUA, sete dos criminosos tinham menos de 16 anos (dois deles tinham 12 e 13 anos de idade!) e todos gostavam de jogar videogames violentíssimos, como Mortal Kombat, Blood, Doom, Quake, Carmaggedon e outros. Um dos dois garotos americanos que mataram doze coleguinhas e um professor no colégio onde estudavam, na cidade de Littleton, Colorado, deixou uma evidência macabra dessa sua preferência: em seu computador pessoal os investigadores descobriram que ele tinha personalizado uma versão do jogo Doom para máximo efeito das violências e crueldades cometidas na telinha, em cenário semelhante ao que aconteceu depois, na escola. Era o massacre anunciado, mas que não foi percebido por ninguém, colegas, professores e pais”.
Os adultos necessitam, possibilitar às crianças outras formas de diversão, numa direção oposta à televisão, aos jogos eletrônicos e aos computadores. O adulto precisa acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da criança, servindo como sufrágio, como referência, apontando o que é adequado e o que é inconveniente, colocando os limites, que sabemos serem tão importantes para a estruturação do psiquismo.
A origem da agressividade está, geralmente, na sociedade e na família, mas a violência dos jogos e da TV pode servir para direcioná-la.
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